· Notei que estava ficando velho quando o locutor da FM disse "flash back" e
tocou uma música que eu não conhecia. (Cao Hering).
· Nunca me preocupo com o futuro. Muito em breve ele virá. (Albert Einstein).
· As mulheres gostam de bunda de homem porque fica perto da carteira. (Eugênio
Mohallen).
· Ter medo não ajuda a viver. (Ivo Pitanguy).
· Nada é impossível para quem não tem que resolver o problema ele mesmo. (L. A. Dias
da Silva).
· O mundo é perigoso não por causa daqueles que fazem o mal, mas por causa daqueles que
vêem e deixam o mal ser feito. (Albert Einstein).
· Não conheço seu ex-marido, mas já começo a me solidarizar com ele. (L. A. Dias da
Silva).
· Na vida, quem não sabe escrever sessenta é sempre obrigado a preencher dois cheques
de trinta. (Paulo M. Cerqueira).
· Se você é inteligente, cede. Até se tornar num idiota. (Frida Berg).
· Quem tem muito dinheiro pode ser burro o quanto quiser. (Ovídio).
· O hálito faz o longe. (Cao Hering).
· Um homem com mais de 55 anos acha que não faz mais besteiras. Isso é o que ele
pensa. (Maurice Chevalier).
· Um quadro é como um homem. Se você consegue viver sem ele, não há sentido em
mantê-lo. (Lila Wallace)
· É uma coisa solitária estar certa. (Mary Tylor Moore).
· A receita de um médico é como um bilhete de loteria - de repente dá certo.
(Schopenhauer).
· Todas as grandes idéias são perigosas. (Oscar Wilde).
· Sempre que uma mulher faz o melhor que pode, deve fazer duas vezes melhor que o homem
para ser considerada apenas 50% à sua altura. Ainda bem que não é difícil. (Charlotte
Whitton).
· Os homens são ensinados a se desculpar por suas fraquezas. As mulheres, por sua
força. (Lois Wyse).
· O processo de morte começa no momento em que você nasce, mas se acelera
consideravelmente durante os grandes jantares. (Carol Matthau).
· O homem é melhor que sua experiência. (Adorno).
· O melhor marido que uma mulher pode ter é um arqueólogo. Quanto mais velha ela fica,
maior o interesse dele. (Agatha Cristie).
· Eu não sou tão pacifista a ponto de não entrar numa guerra pela paz. (Madeleine
Stark).
· Sou incapaz de fazer mal a uma formiga. Bem que tentei, mas não entrava. (Eugênio
Mohallen).
· Ao homem tudo, porque nada peca; à mulher, nada, porque tudo peca. (Ditado cigano).
· Minha filha de 23 anos é mais velha do que eu. (Betty Lago).
· É bom lembrar que todos os psicanalistas são ex-malucos. (Serge André, psicanalista
francês).
· Já vi maiores. Mas também já vi menores. O dele era apenas bonitinho. (Divine
Brown).
· Nem todos os peitos olham para cima a vida toda. (Carla Camurati).
· Eu li todos os volumes de O Capital, de Marx. Mas não entendi quem é que casa com
quem no final. (Marcelo Aragão).
· Calcinha e sutiã me dão falta de ar. (Sônia Braga).
· Cansei dessa história de ficar feia para provar o meu talento. (Cláudia Ohana).
· Deus criou o mundo em seis dias e, no domingo, descansou; quando criou a mulher, na
segunda, ninguém mais descansou. (José Simão, o Macaco Simão).
· Não fazer barulho já é fazer muito. (Juvenal de Souza Neto).
· Metade da humanidade passa fome e metade faz regime. Resumindo, a humanidade inteira
passa fome. (Paulo M. Cerqueira).
· Só dois tipos de pessoas querem se casar atualmente: bichas e padres. (Plínio
Marcos).
· O Rio foi assolado, nos últimos tempos, por uma sucessão de infortúnios: Chagas,
Brizola, Moreira, Brizola... Nem a Suíça ficaria de pé. (Paulo Cesar Amorim).
· Eu seria um louco se dissesse que me sinto seguro no Rio de Janeiro. (General Euclimar
da Silva, ex-secretário da Segurança).
· Alguns divórcios são amigáveis, mas todo casamento é litigioso. (Eugênio
Mohallen).
· Palavras cruzadas são o chicle do cérebro. (Pitigrilli).
· Quando o homem casa, ou trai sua natureza ou trai sua mulher. (Guime Davidson).
"Numa frase só, pode-se ter toda uma história, um livro lido, uma reportagem, o
resumo daquilo que queríamos dizer numa situação qualquer". É o pensamento de
Roberto Duailibi, considerado um dos maiores redatores que a propaganda
brasileira já produziu (é o "D" da agência "DPZ"). Frases
extraídas de seu livro "Phrase Book III", Editora Mandarim - São Paulo, 1996,
págs. diversas, onde o autor confirma o princípio de que, ao invés de estimular a mente
através de imagens, pode-se estimulá-la através da leitura aleatória de frases.