
"Um livro tem que ser um machado para
o mar congelado dentro de nós.
A literatura só é digna desse nome quando descongela o sangue de quem lê."
(FRANZ KAFKA)
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Jorge Andrade
"Labirinto", Ed. Amarilys.
Palmério Dória
"Honoráveis bandidos", Geração Editorial.
Luis Fernando Verissimo
"Os espiões", Ed. Alfaguara.
António Lobo Antunes
"Que cavalos são aqueles que fazem sombra no mar?", Ed. Alfaguara.
Ana Beatriz B. Silva
"Mentes perigosas", Ed. Fontanar.
Sándor Márai
"Libertação", Ed. Cia. das Letras
Tradução de Paulo Schiller.
Claudio Henrique
"Uma rua sem vergonha", Ed. Record.
Vik Muniz
"Vik Muniz - Obra Completa / 1987 - 2009", Ed. Capivara.
Art Spiegelman
"Breakdowns... Retrato do artista quando jovem" (HQ), Ed. Cia. das Letras.
Tradução de Vanessa Bárbara.
Maurice Sendak
"Onde vivem os monstros" (HQ), Ed. Cosac Naify.
Tradução de Heloisa Jahn.
Ingo Schulze
"Vidas novas", Ed. Cosac Naify.
Tradução de Marcelo Backes.
Alberto Costa e Silva
"O quadrado amarelo", Ed. Imprensa Oficial.
Fábio de Melo
"Mulheres cheias de graça", Ed. Ediouro.
Oswaldo Mendes
"Bendito Maldito", Ed. Leya.
Diversos
"FCdoB - Ficção Científica Brasileira", Tarja Editorial.
A Fundação
Biblioteca Nacional (FBN) anunciou a lista dos
vencedores de seus prêmios literários para livros publicados entre 1º de novembro de
2008 e 31 de agosto de 2009. Na categoria romance, o troféu Machado de Assis foi para Raimundo
Carrero, por "A minha alma é irmã de Deus" (Editora Record). Em segundo
lugar, ficou Rodrigo Lacerda, por "Outra vida" (Editora Alfaguara), e, em
terceiro, Bernardo Ajzemberg, por "Olhos secos" (Editora Rocco).
Em poesia, a vencedora foi Marina Colasanti, por "Passageira em
trânsito" (Editora Record), seguida de Reynaldo Damazio, por "Horas
perplexas" (Editora 34), e Rodrigo Petronio, por "Venho de um país
selvagem" (Editora Top Books). Como melhor livro de contos, Beatriz Bracher,
por "Meu amor" (Editora 34), foi escolhida para o primeiro lugar à frente de José
Rezende Jr., por "Eu perguntei pro velho se ele queria morrer" (Editora
7Letras), e Antonio Carlos Viana, por "Cine Privê" (Editora Cia. das
Letras).
Outros vencedores: Bartolomeu Campos de Queirós, por "Tempo de voo"
(Editora Comboio de Corda), como melhor livro de literatura infantil e juvenil; Ronaldo
Vainfas e Lúcia Bastos Pereira das Neves, por "Dicionário do Brasil
Joanino, 1808-1821" (Editora Objetiva),, na categoria ensaio social; Erick Ramalho,
como melhor tradução por "Poemata, poemas em latim e em grego" (Editora
Tessitura; e Marina Carolina Sampaio, pelo projeto gráfico de "Lina por
escrito: textos escolhidos de Lina Bo Bardi", (Editora Cosac Naify).
Organizada
pelo poeta, professor e acadêmico Antonio Carlos Secchin, foi lançada no último
dia 10, na Academia Brasileira de Letras, a série Essencial, que apresenta ao leitor de forma sucinta a vida e a obra de
todos os ocupantes das 40 cadeiras da ABL, desde a fundação da casa, bem como dos
patronos da instituição. A primeira fornada traz Oswaldo Cruz (por Moacyr
Scliar): João do Rio (por Lêdo Ivo); Antônio Houaiss (por Afonso
Arinos, Filho) e Arthur Azevedo (por Sábado Magaldi), entre outros.
Marcos Vinicios
Vilaça foi eleito presidente da Academia Brasileira de Letras para o ano de 2010. A diretoria será composta, ainda, por Ana
Maria Machado, Domício Proença Filho, Luiz Paulo Horta e Murilo
Melo Filho. Vilaça já havia presidido a Academia em 2006 e 2007.
A Editora Record
lançará, em 2010, o romance (ficção) "Let the Great Word Spin", cujo
escritor, Colum McCann, foi o ganhador do 60º National Books Awards. O
autor faz um retrato da Nova York dos anos 1970.
O Releituras voltará a ser atualizado em Fevereiro/2010.
Abraços,
Arnaldo
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